Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Antes que se faça tarde...

"O regime de liberdade, aliás relativa, em que vivemos permite ao primeiro transeunte evacuar o espírito de toda a espécie de tralha. É um privilégio que devemos intransigentemente defender." V. Pulido Valente

Antes que se faça tarde...

Palin ao poder!

Setembro 25, 2008

Nuno M. Albuquerque

Ciência e religião

Setembro 18, 2008

Nuno M. Albuquerque

" More generally it is completely unrealistic to claim, as Gould and many others do, that religion keeps itself away from science's turf, restricting itself to morals and values. A universe with a supernatural presence would be a fundamentally and qualitatively different kind of universe from one without. The difference is, inescapably, a scientific difference. Religions make existence claims, and this means scientific claims. There is something dishonestly self-serving in the tactic of claiming that all religious beliefs are outside the domain of science. On the one hand, miracle stories and the promise of life after death are used to impress simple people, win converts, and swell congregations. It is precisely their scientific power that gives these stories their popular appeal. But at the same time it is considered below the belt to subject the same stories to the ordinary rigors of scientific criticism: these are religious matters and therefore outside the domain of science. But you cannot have it both ways. At least, religious theorists and apologists should not be allowed to get away with having it both ways. Unfortunately all too many of us, including nonreligious people, are unaccountably ready to let them."

Richard Dawkins, "When Religion Steps on Science's Turf," Free Inquiry 18 no. 2 (1998): pp. 18-9, quoted from Victor J Stenger, Has Science Found God? (2001)

A reacção à "onda de crimes"

Setembro 10, 2008

Nuno M. Albuquerque

Começou ontem, em Corroios, a mais que previsível reacção ao avolumar de criminalidade violenta neste cantinho à beira mar plantado: a justiça privada e a autodefesa.

 

Estava-se mesmo a ver.

 

Real ou media(do), o que é facto é que o sentimento de insegurança está instalado.

 

E quando a sociedade sente, seja pela via de uma justiça que não funciona, seja pelo lado de uma polícia que ou não actua ou não pode actuar, que o seu património, a sua segurança e a sua própria vida estão em risco, acontece o que noutras paragens é, infelizmente, a norma. A reacção é a tiro.

 

A continuar o actual estado de coisas, ou seja, a evoluir no sentido em que parece estar (não sei, acho que ninguém sabe, se é uma tendência ou é meramente conjuntural) podemos vir a assistir a um crescimento exponencial da autodefesa, com comerciantes, pequenos empresários e população em geral a correrm a comprar armas (legais e, maioritariamente, ilegais). E aí, meus caros, é que a história vai mesmo correr mal.

 

Esperemos que seja apenas um episódio isolado...

 

 

Palinmania

Setembro 05, 2008

Nuno M. Albuquerque

Movimento messiânico de fundamentalistas e fanáticos. A prova de que o fervor religioso tende a degenerar em asneira grossa.

 

* Com a devida vénia ao Blasfémias.

A Nova Cruzada

Setembro 05, 2008

Nuno M. Albuquerque

Palin: "Guerra no Iraque é missão de Deus"

 

Os elogios e/ou explicações mais ou menos elaboradas seguem dentro de momentos pelos analistas isentos do costume (ou mesmo dos costumes...).

 

E agora, continuam a achar que a senhora é apenas mais uma "good ol' conservative"?

 

Ou será apenas uma vergonha? Um perigo?

 

Bin Laden deve estar a rebolar de riso.

 

Será que Mc Cain não pode ainda substituí-la? Simular uma gravidez de última hora?  

Obama

Setembro 04, 2008

Nuno M. Albuquerque

 

A maioria dos nossos colunistas, analistas políticos encartados e simples escrevedores insistem em falar da campanha de Obama como a da “esquerda americana”.
 
Ora, mesmo para um rematado ignorante, como eu próprio, em matéria de política interna americana, tal insulto não faz qualquer sentido.
 
Em abono da mesma tese que os faz insistir na distinção, a “esquerda americana” não existe. A este nível, pelo menos. É mais ou menos o mesmo que distinguir, hoje, os nossos PS e PSD, catalogando o primeiro à esquerda e o segundo à direita. A nenhum deles assenta bem a distinção.
 
No entanto, os nossos ilustres comentaristas insistem na distinção. Porquê? Uma vez mais na errónea convicção de que os europeus também votam nas eleições americanas. Acenando, assim, a tais putativos eleitores com o fantasma (de facto, assustador) da “esquerdalhada”. Ou, em sentido inverso, com o “paraíso” perdido.
 
Meus caros, os europeus, portugueses incluídos, mesmo contando com os açorianos, não votam nas eleições americanas.
 
Deixem lá de arrumar os candidatos à esquerda e à direita e apontem e discutam as diferenças nas propostas políticas das duas candidaturas.
É isso que faz os americanos escolher.
É isso que nos pode informar, europeus empedernidos de velhas dicotomias, sobre o que verdadeiramente está em causa nas eleições americanas.
As políticas, as propostas. Guerra, paz, relações externas, economia, segurança social, fiscalidade.
A discussão esquerda/direita entre democratas e republicanos faz pouco ou nenhum sentido.
 

Se verdadeiramente estivesse em causa, para os americanos, escolher entre um candidato à direita e um candidato de esquerda (aquilo que eles entendem como sendo de esquerda), quem acham que ganharia?

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2011
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2010
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2009
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2008
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D